
Analizados todos pontos do desenvolvimento e efeitos das mudanças climáticas é chegada a hora de tratar das decisões tomadas para revolucionar toda essa relidade.
Durante a Rio-92 (1992) ainda não havia confirmação científica de que a temperatura do palneta estava de fato aumentando, então somente ficou estabelecido um acordo verbal de reduzir a emissão de gases estufa, tal acordo consistia numa obrigação comum porém diferenciada, da forma que todos eram obrigados a reduzir suas emissões no etanto os países que se industrializaram desde a primeira revolução industrial ( Reino Unido e EUA) deveriam reduzir um número maior e mais significativo que os demais.
Como consequência da Rio-92 cinco anos depois Kyoto (Japão) presenciou a segunda rodada da convenção de mudanças climáticas onde foram abertas as assinaturas do atual Tratado de Kyoto que veio se vigorar somente em 2005.
O Tratado de Kyoto estipula metas de controle dos gases estufa, consiste em oito artigos de dois anexos, é conservada a obrigação comum porém diferenciada, para os países mais emissores são estipuladas metas tendo como ano base 1990 que devem ser obrigatóriamente cumpridas até 2012 quando assim é vencido o tratado.
Como uma forma de ajudar aos países que estão tendo dificudades de cumprir com o acordo foi assim criado o mercado de crédito de carbono e todo o dinheiro arrecado é direcionado para campanhas de reflorestamento visto que árvores enquanto crescem retem grande quantidade de carbono.
Prevendo o vencimento em 2012 do Tratado de Quioto aconteceu em dezembro do ano passado (2007) uma nova convenção de Mudanças Climáticas na ilha de Bali (Tailândia) onde foram estabelecidos os primeiros passos para o desenvolvimento de um novo tratado para substituir o atual.
Este ano já aconteceram três das quatro reuniões previstas pela ONU para a continuação da discução do novo tratado que será entregue em dezembro de 2009 numa nova convenção que acontecerá em Copenhague.


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